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Eu deveria mesmo estar feliz por estar certa mais uma vez no fim das contas. Toda a racionalidade que eu pude finalmente ter coragem de colocar a frente do coração (mesmo que talvez um pouco tarde), não foi em vão. Essa racionalidade que me fez parecer outra pessoa. Nem eu me reconhecia. Eu nem mesmo sei de onde eu tirei tanta força. Talvez isso se chame maturidade, o que não tem nada a ver com idade, se é que se importam de eu acrescentar isso aqui. Essa razão toda veio por conta de tudo que já me prometeram e não cumpriram, por tudo que me disseram existir e não existia, por todo o amor que me prometeram e não cumpriram, por todas as mentiras. E com você não me parece nada diferente. Existe uma grande diferença entre agir com cautela e agir com desespero e se me permite só vejo desespero e fraqueza nos seus atos ultimamente, o que me faz pensar que realmente eu estava certa ao agir com razão no fim das contas. E por que diabos eu não estou feliz? Porque no coração a gente não manda. Eu mando na minha maneira de agir, mas o que se passa aqui dentro de mim você nem vai chegar a descobrir. Bem melhor assim. Você volta a brincar de casinha e eu volto a brincar de dia-a-dia.